
Foto:Geoffroy Demarquet
Eu estava com um poema do Drummond no colo
enquanto o mar ao fundo debruçava violento em nenhuma pegada.
Meu corpo tremia com o beijo frio do vento.
O coração confrangido, o soluço no peito.
O ambulante ofereceu brincos, pulseiras, colares:
” Não obrigada, não me enfeito quando estou triste”...,
respondi com a voz embargada e o olhar ensopado de ausências.
*
(Marla de Queiroz)
7 comentários:
Engraçado... vc fala tão lindamente da lua que eu passei a prestar mais atenção nela tb e ontem mesmo a reparei minguando... Aí abro o blog e eis o título: Minguante, como a lua, como nós humanos.
Bjocas saudosas.
O que dizer? Chorei.
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A poesia acontece quando as palavras se abraçam...